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Alunos do Colégio Manoel Bomfim em Arauá aguarda liberação de espaço para iniciar o ano letivo

Alunos e professores em Arauá, denunciam que ainda não iniciaram o ano letivo por conta dos problemas que o Colégio Estadual Manoel Bomfim está enfrentando no momento, e que a SEED – Secretaria de Estado da Educação de Sergipe, disse que o prazo para a reconstrução total da unidade é de 60 dias.

De acordo com os alunos a escola não passa por uma reforma estrutural desde a sua inauguração e que estão apenas pedindo um direito que são deles: “Não é um favor que estão fazendo é direito de estudar em um lugar que tem condições – Não estamos pedindo nada, a manutenção é de obrigatoriedade da escola, do governo”. Comentou José Fernando da Silva Santos.

Ainda de acordo com informação é que na verdade existe uma documentação legal que ainda não foi autorizada pelo governo para a utilização do espaço físico.

SEED

A previsão é que a reestruturação aconteça nos próximos 60 dias, um projeto de reestruturação no qual o Governo de Sergipe está investindo quase R$ 1,5 milhão.

O superintendente executivo da Secretaria de Estado da Educação (Seed), professor Everton Siqueira, e uma comissão de alunos conversaram bastante sobre o retorno das aulas, mas os alunos não ficaram satisfeitos com o prazo.

O encontro, realizado no Complexo Administrativo e Pedagógico da Seed, em Aracaju, foi solicitado pelos alunos do Colégio Manoel Bomfim, os quais apresentaram sugestões e cobraram o retorno imediato das aulas, como também o fez o superintendente da Educação, sugestões para o início das aulas do ano letivo 2018, ainda não iniciado nesta unidade escolar devido à necessidade de transferência das atividades da escola para outro prédio, até que as obras da reforma sejam concluídas.

Reunião confirmada

Por telefone nosso portal conversou com o Diretor Regional da Secretaria de Estado da Educação – José Domingos Machado (Dominguinhos) e o mesmo informou que estará recebendo uma comissão de alunos e professores do Colégio Manoel Bomfim às 14h desta quinta-feira (15), no prédio da DR1, localizado a Praça Barão do Rio Branco – Centro, em Estância.

O objetivo da reunião é que o diretor também der sua sugestão para definir qual a melhor solução a ser adotada em relação à continuidade das atividades pedagógicas da escola para não prejudicar o ano eletivo.

A assessoria do sindicalista Valdevan Noventa, foi procurada pelo diretor do colégio “Ramom” para pedir uma doação de maderito para o fechamento e a mão de obra para que os alunos do 1º ao 9º ano pudessem estudar.

Valdevan Noventa que tem dado a sua parcela de contribuição a sociedade arauaense, não mediu esforços e garantiu a doação do material e da mão de obra.

Por: Washington Reis / Sergipe Repórter (Fotos: Estudantes)

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