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Coronel da Polícia Militar é indiciado por declarações contra o comandante da PM

O caso está sendo apurado através da 6ª Vara Criminal da Comarca de Aracaju.

O coronel Bené de Oliveira Gravatá foi indiciado no inquérito policial militar pelas declarações feitas contra o comandante da PM Marcony Cabral sobre o caso do esquema que utilizava cartões de abastecimento das viaturas da PM de Sergipe. O caso está sendo apurado através da 6ª Vara Criminal da Comarca de Aracaju.

O advogado do coronel confirmou o indiciamento e disse que vai esperar ter acesso ao inquérito para poder se posicionar.

Segundo a assessoria de imprensa da PM, este processo é para avaliar a conduta do coronel em entrevistas nas quais ele teria difamado o comandante da corporação.

Entenda o caso

A PM quer apurar a conduta ético-disciplinar do coronel que teria usado expressões que desabonam a imagem do comandante da corporação, o coronel Marcony Cabral, durante entrevistas à imprensa. Quando afirmou que o comandante da corporação tinha conhecimento do desvio de combustível.

No dia 25 de fevereiro, a PM abriu um procedimento administrativo disciplinar contra ele, determinado a disponibilidade cautelar do coronel no período de 10 dias e que deveria se apresentar á corporação até 24 horas, após a publicação da portaria. O coronel também foi afastado da companhia em que estava lotado.

O comandante geral da Polícia Militar, Marcony Cabral afirmou, em uma coletiva de imprensa no dia 2 de fevereiro, que teve sua honra manchada com os depoimentos do coronel Bené de Oliveira Gravatá e disse que não iria falar sobre essa questão, pois já estava tomando medidas judiciais sobre o caso.

O coronel Gravatá começou o processo de investigação que detectou um esquema de fraude na utilização de cartão para abastecimento das viaturas da Polícia Militar, que resultou na instauração de um inquérito e no indiciamento de duas pessoas.

O promotor do Ministério Público, João Rodrigues disse que foram instaurados dois procedimentos, um administrativo e outro criminal. O criminal vai verificar as circunstâncias envolvendo o desvio de verbas relativas ao combustível. E o outro que é administrativo está relacionado a possibilidade de improbidade administrativa. Até o momento não há nada conclusivo sobre os dois procedimentos e tudo corre em sigilo.

GI Sergipe / (Foto: Reprodução/TV Sergipe)

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