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Amorosa recebe Cidadania Estanciana e canta no Gonçalo Prado

A Câmara de Vereadores de Estância  concede o título honorífico de Cidadania Estanciana à cantora sergipana Antônia Amorosa, hoje à noite (29/11), a partir das 19 horas, no Cine-teatro Gonçalo Prado.

A propositura tem como proponente o vereador Dionísio Neto (REDE). Amorosa fará show logo após a solenidade de outorga do título.

 

Biografia

Amorosa é natural de Itabaiana, tem 41 anos e 24 anos de carreira. Iniciou como radialista aos 14 anos, na Rádio Princesa da Serra. Atuou como atriz do “Grupo Asa Branca”, apresentando-se em eventos como o “Encontro Latino Americano de Folclore de Caruaru – PE”. Ainda em Itabaiana, escreveu peças de teatro, novelas para rádio, crônicas, além de participar como colunista social do Jornal “O Serrano”, foi vencedora do I Concurso de Poesia Falada de Itabaiana, idealizou o “Encontro Cultural em Itabaiana”, realizando também um simpósio com o tema: “preservação da Reserva Florestal da Serra de Itabaiana”. Além de todos esses eventos, participou do Pixinguinha 1988 em Sergipe, obtendo 1º lugar em notas e Pixingão no Rio de Janeiro, na sala Funarte Amorosa viveu grandes conquistas em sua vida artística. Além das já citadas anteriormente, obteve sua vitória no festival “Canta Nordeste” promovido pela rede globo nordeste em 93 com a música “Coco da Capsulana” de João Alberto e Ismar Barreto, recebeu prêmio Aclamação Popular no festival de Música de Cascavel no Paraná com a música “Formigueiro” de Neu Fontes,como também o prêmio de melhor intérprete do Brasil na festa da Música Brasileira em 2001 no Rio de Janeiro, interpretando a música “Salada Tupiniquim” também de Ismar Barreto. Para quem não sabe, quando Amorosa veio para Aracaju cantar na taberna do tropeiro em 1985, no mesmo ano foi levada por turistas para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, além de ser levada por Chacrinha para o Rio ganhando lá o primeiro lugar em seu programa. Amorosa também teve a experiência de ir a Europa realizar 45 apresentações entre Alemanha e Áustria, além de ter cantado ao lado de importantes nomes da música brasileira como Leila Pinheiro, Alceu Valença, Antônio Carlos e Jocáfi, e Paulo Diniz. Participou também de outros projetos como o “Pixinguinha, Pixingão no Rio de Janeiro”, sem contar que atuou em várias capitais do nordeste. Criou o projeto “Temporada de arte Sergipana”, o Prêmio Banese de música”. Com essa trajetória, essa artista possui 10 coletâneas e trabalhos solos como o “Iluminada”, “Brejeira”, “Mulher Nordestina” e “Aldeia”. O projeto “Um canto a Sergipe I” é a sua paixão atual. No primeiro cd, ela o lançou ao mercado com uma tiragem de 5000 cópias, mas segundo Amorosa, este trabalho terá seqüência de mais 4 CDS onde ela interpretará músicas de alguns dos novos compositores do mercado Sergipano. Além de cantora, compositora e intérprete, essa artista já escreveu livros como o “Vôo Rasante” e “Translúcida”, sem contar o lançamento do Jornal “Notas Musicais”, meio de informação responsável pela divulgação da música sergipana, foi também apresentadora de um programa musical pela TV Cidade chamado “Som da Cidade”. Seu estilo musical é plural. Ela canta forró, romântico, reggae, samba reggae, frevo e até mesmo o rock. Tem suas grandes referências como Elis Regina, Luiz Gonzaga, Alceu Valença e Chico Buarque. O processo de criação de Amorosa ocorre nos momentos mais inadequados como quando ela está tomando banho, dirigindo numa estrada ou acordando. Os temas que geralmente são abordados em suas letras dizem respeito aos valores da terra, mensagens que transmitam ensinamentos produtivos.

Biografia extraída do site Lost.fm

Ascom CVE

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