Amor-próprio: curar seus relacionamentos depende de você

Amor-próprio: curar seus relacionamentos depende de você

Já pensou que tudo o que está dentro também está fora? Se deu conta de  que projetamos (para fora) de maneira inconsciente o que sentimos (por dentro) em nossos relacionamentos?

Se você trai a si mesmo, acaba tentando comprovar que você é “traível”; se você acha que não merece algo, acaba entrando em situações que atestam que não serve para aquilo e, com isso, nem pode atrair situações favoráveis a você.

Parece pesado falar desta maneira, mas o que te move é o teu inconsciente e por isso é importante descobrir as mensagens que ele traz sobre você mesmo, para se descobrir, jogar fora o que não quer mais viver e preencher-se de amor-próprio.

Tem gente que só se maltrata através dos outros, enquanto outros se maltratam sabendo que fazem isso, mas não conseguem sair desse ciclo vicioso.

Claro que é possível mudar isso. Mas atenção: o processo é sempre interno – ou seja, não é culpando o externo (os outros) sobre seu sofrimento e, sim, entendendo seus próprios mecanismos que causam isso.

Já tive um paciente que, em análise, descobriu que sempre repete em sua vida o lugar do doente, do frágil, daquele que não é capaz de lidar com a sua realidade.

Ao descobrir isso, trabalhamos intensamente sobre essa repetição e acabamos mudando completamente sua maneira de se colocar em várias aspectos, tanto nos seus relacionamentos pessoais como na sua vida profissional.

Há também casos de pacientes que sofrem porque não conseguem diferenciar suas verdadeiras vontades da vontade dos outros. Com isso, seguidamente fazem  suas escolhas com base no que as pessoas acham que é certo e, assim, deixam de tomar atitudes a seu favor.

Existem pessoas que sabem que têm dificuldade para lidar com suas emoções e, mesmo assim, preferem viver dopadas de medicação, porque preferem sempre jogar para fora tanto a causa como a solução de seus problemas.

Enquanto, na verdade, não estão eliminando o problema, mas o jogando para um outro lugar também no seu próprio corpo ao invés de buscar ajuda profissional para aprender a falar sobre suas dificuldades em busca da cura.

Uma questão muito importante sobre o amor próprio é entender que toda dor que se sente, seja ela física ou emocional, traz uma mensagem para você aprender sobre si mesmo/a.

Praticar o amor próprio não é apenas olhar no espelho, se abraçar  e dizer “eu me amo”. Isso pode ser artificial demais se você não está praticando o amor próprio assumindo suas próprias responsabilidades sobre seus atos, emoções e sentimentos.

Para aumentar o amor próprio é importante tomar as rédeas da sua própria vida, fazer uma faxina emocional e física e, quem sabe, mudar algo de dentro para fora para que tudo flua melhor, do jeito que você realmente merece. Já pensou nisso?

Além disso, a busca do amor próprio precisa ser constante, não só naquela hora do dia em que já reserva para você mesmo.

escolha de bons alimentos, de atividades de cuidado com sua mente e seu corpo, a decisão de viver relacionamentos sadios e viver a profissão que você deseja. A prática disso tudo demonstra se você é cheio ou vazio de amor próprio.

E não pense que a sua falta de amor próprio tem de ser suprida pelo amor de familiares e amigos. Pessoas que acreditam que o outro precisa preencher essa lacuna acabam sendo pesadas demais para se ter do lado. Até porque elas não aceitam o que lhe é dado, querem e cobram demais dos outros, lhes dando o que elas nem mesmo têm coragem de se dar: amor.

Se você não está satisfeito com o seu ritmo de vida, sobre como anda sua mente e seu corpo, comece a pensar em maneiras de mudar sua realidade. Busque uma solução para que a cada momento da sua vida você se sinta feliz contigo mesmo e com os outros ao seu lado.

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Bruna Rafaele

Psicanalista, especialista em Saúde Mental. Faz atendimentos presenciais no Rio de Janeiro e consultas online no Personare.

contato@brunarafaele.com.br

por: Bruna Rafaele © Fornecido por Personare

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