Clube do Educador 5.0 destaca à importância da Inteligência Emocional em sala de aula

Clube do Educador 5.0 destaca à importância da Inteligência Emocional em sala de aula
Em mais uma edição inédita levada ao ar ontem, terça-feira, 19, o programa Clube do Educador 5.0, atração produzida pela Margi Education, trouxe como destaque um dos mais importantes temas dentro do cenário educacional: a Inteligência Emocional em sala de aula.

A ferramenta que ajuda a entender e lidar melhor com suas emoções, pode muito bem ser desenvolvida desde cedo, por meio da educação na escola e no próprio seio familiar. No post de hoje, vamos falar sobre como a escola pode estimular a Inteligência Emocional de seus alunos e contribuir para que levem uma vida mais feliz e equilibrada. Não parece uma boa? Então vamos lá!
Contando com as participações especiais dos educadores Emília Maria Rohem Tinoco, Graduada em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, e de Hugo Nepomuceno, da Coordenadoria Regional de Educação, ambos, do Rio de Janeiro, o programa buscou mostrar como a Inteligência Emocional em sala de aula por romper inúmeras barreiras quando o assunto é a educação.
Mas, antes de tudo, é preciso não confundir a Inteligência Emocional com a autoajuda, já que o foco não é simplesmente o pensamento positivo. Trata-se, na verdade, de um exercício de compreensão dos sentimentos negativos e da formação de um repertório para lidar o mais adequadamente possível com eles. Portanto, amigos do Clube do Educador 5.0, o estímulo à Inteligência Emocional desde cedo tem um papel importante na criação do indivíduo, encorajando os jovens a lidar com seus sentimentos de forma construtiva em sala de aula.
Para a educadora Emília Tinoco, é importante, e primeiramente, entender que o conceito de Inteligência Emocional não é centrado na mensuração da inteligência em si, mas sim em sua otimização por meio da educação para as emoções. Por isso, essa inteligência deve ser encarada como uma construção permanente. Por mais que se origine no seio familiar, a partir da maneira como as crianças e os adolescentes se relacionam com seus entes e os veem se relacionarem uns com outros, ela ainda assim, deve ser reforçada e trabalhada em outros espaços, dessa vez não domésticos, onde as crianças aprendem a lidar umas com as outras e também com formas de hierarquia diferentes. E é aí que entra a escola!
A verdade amigos, é que por mais que a escola seja o espaço onde as crianças e os jovens passam a maior parte de seu tempo, o modelo de educação que temos hoje em dia foca muito mais em conteúdos a serem estudados do que na socialização dos alunos, ou seja, em como eles se relacionam afetiva e profissionalmente. Por isso, a escola tende a formar profissionais excelentes, do ponto de vista técnico, mas que encontram certas dificuldades para se colocar no mercado de trabalho, até mesmo experimentando conflitos em diferentes relacionamentos.
 
Mas, e como a escola pode ensinar a Inteligência Emocional?
 
Em sua análise detalhada, o apresentador e CEO da Margi Education, Reginaldo Santana, detalhou que como o desenvolvimento emocional é um processo de construção altamente influenciado pelo meio, as escolas precisam exercer um papel ativo na formação das crianças e dos jovens. Em alguns países já se pratica a educação emocional na escola, em alguns casos com status de disciplina do currículo — com nomes como “alfabetização emocional” ou “a ciência do eu” —, enquanto em outros com programas paralelos, relacionados a solução criativa de conflitos, programas de desenvolvimento e competência social, dentre outros.
Sem esquecer que a educação emocional é, em linhas transversais, interligar diversas disciplinas por meio da colaboração dos professores. Esse processo é um pouco mais difícil de ser coordenado, uma vez que envolve a construção de atividades complementares em diversas matérias, no entanto, é a mais recomendada, pois não se criam momentos artificiais de debate. Muito mais natural, não concorda?
E como deve ser o papel do professor nisso tudo? O Clube do Educador 5.0 também explica.
De forma objetiva, no processo da educação emocional a função do professor é absolutamente fundamental, usando sua sensibilidade para transpor as barreiras do seu próprio conhecimento e da sua prática em sala de aula para abrir espaço para o debate e para a educação emocional. Isso pressupõe que o profissional seja mais do que um vetor de conhecimentos, passando a atuar com a intenção de realmente preparar os alunos a serem conscientes e responsáveis em sua forma de sentir, de pensar e de agir.
Agora que você sabe como a escola pode ajudar a estimular a Inteligência Emocional dos alunos, que tal acompanhar nosso programa todas as terças-feiras, a partir das 20h, nas redes sociais oficial da @margieducation? Contamos com sua audiência! Até o próximo programa.
Com informações do site FACTUAL 1 I Ascom Margi Education
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