Sergipe Repórter

Prédio do Conselho Tutelar de Estância passa por problemas estruturais críticos.

Muros danificados, paredes e teto com infiltrações, instalações elétricas precárias e edificação sem condições mínimas para atender o cidadão estanciano.

Esses são alguns dos problemas que o Conselho Tutelar do Centro de Estância encara diariamente. São obras necessárias para melhorias na estrutura física, que na maioria das vezes apresentam riscos à segurança dos funcionários e usuários como o desenvolvimento das atividades. Há manchas de infiltração por todo o prédio, telhas quebradas, sistema de drenagem fora dos padrões e piso cerâmico todo estufado. 

Os usuários estão sendo atendidos de forma improvisada porque o problema estrutural é bem visível, as infiltrações e descascamentos das paredes o que de fato pode causar grandes transtornos. Veja nas fotos as fiações elétricas expostas com a umidade próxima o que pode provocar um choque elétrico e até mesmo um curto circuito. É notório que a situação está caótica.

Pelas imagens é possível ver a gravidade do problema estrutural na edificação do conselho tutelar e sem contar que nos dias chuvosos deve ser um Deus nos acuda.

Com todos esses problemas fica quase impossível trabalhar por conta da insegurança de pensar que o teto pode desabar e o pior acontecer.

O prédio realmente está precisando urgentemente de uma grande reforma e não um paliativo qualquer e sobre as instalações elétricas e hidráulicas a situação também não são das melhores.

Com esse tipo de problema não se brinca, no entanto é bom o Poder Público Municipal por meio de suas secretarias de obras, de saúde e de Defesa Civil verificar de perto essa situação, pois todos sabem que o acumulo de água nas paredes e teto pode haver um desabamento, pode não suportar por conta do enxarcamento das paredes entre outros fatores de riscos. Se não tem as mínimas condições o correto é procurar outro prédio e imagina se existe acessibilidade neste prédio, tão pouco um projeto de segurança contra incêndio e pânico, mais sem fiscalização das autoridades competentes a tendência é piorar.

Por fim, tem que fazer as adequações necessárias para receber bem os cidadãos.

No Brasil já se criou o hábito de que não vai acontecer com a gente e enquanto esse pensamento fala mais alto as inúmeras tragédias vem acontecendo sem que tomem as providencias mínimas.

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